inegavelmente, um Rei

Michael Jackson sempre foi um artista diferenciado. Aos cinco anos de idade já fazia sucesso cantanto no Jackson 5. Depois veio a carreira solo e todo mundo sabe no que ele se transformou.

MJ foi um revolucionário. Influenciou e continuará influenciando músicos. Como continuará tendo fãs que hoje choram sua perda. Além de cativar outros milhares que ainda descobriram sua obra espetacular.

A surpresa foi grande. Ninguém esperava que o Rei do Pop morreria tão jovem. Exêntrico, louco, doente, pouco importa. Michael Jackson será sempre lembrando como – se não o maior – um dos os maiores expoentes da música pop no século XX.

a volta

O clima será de guerra para o jogo de volta. Isso é óbvio.

Entretanto, o Grêmio tem que provar dentro de campo que é capaz e merecedor de ir à final.

Com o Olímpico lotado e o apoio incodicional que a torcida Tricolor proporciona, o Grêmio pode reverter a situação.

Vamos Grêmio!

o pós jogo

Maxi López foi acusado de racismo. Ok. Que a Justiça apure os fatos e puna o atleta se assim julgar. Afinal de contas, racismo é uma coisa séria e deve ser condenada ao extremo.

Porém, nada justifica os excessos da polícia mineira. Sacar armas, algemar segurança, impedir que a delegação saia do estádio e outros fatos relados pela imprensa, foram relatados na madrugada de ontem. Até uma suposta prisão de Paulo Autuori estava no roteiro.

Complicada a coisa. Tem coisas que só acontecessem com o Grêmio, não adianta.

Mas fico com uma dúvida.  Se Maxi não fosse argentino, o caso tomaria tanta repercussão?

1×3 cruzeiro

Souza ressuscitou o Grêmio. 3×0 contra ficaria praticamente impossível reverter a vantagem. Já com o 3×1, um 2×0 coloca o Imortal na final. Fácil? Lógico que não. Mas se o Grêmio jogar bem como jogou na primeira etapa e converter as chances criadas em gols, a classificação pode vir.

Durante a semana Maxi López disse que o Grêmio não poderia perdoar. Teria que aproveitar as chances de gol para sair com um bom resultado do Mineirão. Não foi isso que aconteceu.

O já batido “quem não faz, leva!” diz tudo sobre a partida de ontem.