Os 23 do Grêmio – 2018

Em 2014, quando Felipão convocou os jogadores para a fatídica Copa do Mundo do Brasil, resolvi fazer um exercício e listar os 23 atletas mais importantes da história do Grêmio.

Depois da conquista do pentacampeonato da Copa do Brasil e do tricampeonato da Libertadores, e pegando o gancho na convocação que será feita por Tite hoje, refiz o exercício.

Abaixo as listas de 2018 e 2014.

Lista de 2018

Goleiros
Lara, Mazaropi e Danrlei

Laterais
Paulo Roberto, Arce, Everaldo e Roger

Zagueiros
De León, Airton Pavilhão, Geromel e Mauro Galvão

Meio-campistas
Maicon, China, Yura, Luis Carvalho, Gessy e Milton Kuelle

Atacantes
Juarez, Tarciso, Renato, Alcindo, Luan e Jardel

Lista de 2014

Goleiros
Lara, Mazaropi e Danrlei

Laterais
Paulo Roberto, Arce, Everaldo e Roger

Zagueiros
De León, Airton Pavilhão, Adilson e Mauro Galvão

Meio-campistas
Dinho, China, Yura, Luis Carvalho, Gessy e Milton Kuelle

Atacantes
Juarez, Tarciso, Renato, Alcindo, Paulo Nunes e Jardel

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Uma tarde com Fábio Koff

Agosto de 2012. O Grêmio se preparava para mudar de casa e realizaria eleição em outubro para escolher o primeiro presidente da ‘Era Arena’. Entre os nomes que possivelmente disputariam o pleito estava o de Fábio Koff, que até então não tinha se confirmado como candidato. Ao final do mês, tive a oportunidade – ao lado de amigos – de conhecer e conversar com o ex-presidente.

Na véspera do encontro me preparei como se a oportunidade de falar com Koff fosse, além de uma honra, uma pauta jornalística – coisa de jornalista. Lembro que várias questões eram debatidas, mas duas eram as principais: o contrato da Arena e o trabalho do então técnico Vanderlei Luxemburgo.

Ao chegar no escritório de Koff, um senhor sorridente, gentil e de bom humor nos recebeu. A primeiro sensação que tive, tamanha a simpatia do ex-presidente, era a de um avô recebendo os netos, já que nós – os convidados – éramos todos jovens. A conversa em si abordou todos os assuntos possíveis e histórias que eram contadas com enorme prazer por um senhor, como se um grupo de gremistas estivesse conversando em uma praça qualquer.

A minha ‘pauta’ mental construída na noite anterior não passou de um mero exercício. Não que Koff tenha fugido de questões sobre o futuro do Grêmio, lembro até que perguntei o que ele achava do Luxemburgo, é que ele apenas queria falar sobre seu clube e sua vontade de o colocar de volta ao caminho das vitórias.

O que mais me marcou daquele encontro, com uma lenda do Grêmio e responsável direto pelas alegrias de tantos gremistas, foi a simplicidade do ex-presidente. Antes de apertar sua mão imaginei diversos tipos de comportamento que um pessoa com a importância de Koff poderia ter, e fui surpreendido de maneira única.

Depois do registro fotográfico para marcar o momento, lembro de na despedida agradecer pela oportunidade e por tudo que ele tinha feito pelo Grêmio, mesmo sabendo que toda a nossa gratidão ainda será pouca.

Obrigado, Koff!

O perfil e a importância do comunicador estratégico

Trabalho apresentado como requisito final para a obtenção do título de especialista em Planejamento de Comunicação e Gestão de Crise de Imagem pela PUCRS.

Com o título “O perfil e a importância do comunicador estratégico”, este estudo teve por objetivo compreender o perfil do profissional de comunicação atual e sua importância dentro de um cenário em que o avanço tecnológico apresenta uma série de desafios para os comunicadores e para as organizações que – através da comunicação – buscam um relacionamento eficiente com seus públicos e a manutenção de sua reputação, trazendo boas perspectivas para seu negócio.

O trabalho contou com a orientação da professora Ana Baseggio.

Confira no link abaixo.

O perfil e a importância do comunicador estratégico

Para além do tempo

Vivemos dias em que a percepção do tempo se dá por uma mensagem de áudio no WhatsApp, um vídeo no YouTube. Esta noção de tempo, embora presente em nosso cotidiano, não nos dá a exatidão dos dias que vivemos.

Desde que passamos para a final da Libertadores, remeto meu pensamento ao ano de 2007. Uma década é muita coisa! Reflita por segundos tudo que aconteceu na sua vida desde então. Bastante coisa, não?

Há uma década esperamos a reconquista da América. A noção de tempo fica mais nítida quando lembramos quantos insucessos vivemos em uma década. Quantas vezes paramos no quase, na trave, na falha e nas desilusões.

A conquista do pentacampeonato da Copa do Brasil marcou nossa retomada. O Grêmio voltou a vencer e agora tem mais uma chance de pintar a América de azul, preto e branco.

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O tempo, que joga para longe o ano de 1983, traz o de 1995 para mais perto. Muitos dos que logo mais estarão torcendo pelo tricampeonato viram o gol de César. Alguns, só o do Dinho. E outros tantos anseiam por viver esta loucura que é ser campeão da Libertadores da América.

Nesta noite a nossa noção de tempo estará envolta de um sonho que busca mais uma glória. A terceira. Em poucas horas viveremos mais um momento inesquecível de nossas vidas.

O tempo é cruel. Nos domina com uma ansiedade avassaladora e que só terá fim quando o apito indicar o término de mais uma final de Libertadores.

O tempo nos marca. Ele é o senhor das nossas mais variadas lembranças. Que o 29 de novembro de 2017 reserve para a nação gremista mais um dia épico. Nós merecemos. Força, Grêmio!!!

55 mil vozes pela glória

A vida nos proporciona momentos únicos: o nascimento de um filho, a consolidação de um grande amor, um almoço de domingo em família, viver as alegrias de nossos amigos etc. O futebol faz parte disso. É através dele que vivemos as mais variadas emoções. As derrotas nos fortalecem e fazem com que valorizemos as conquistas, as quais somos parte através do nosso apoio que vem das arquibancadas.

Nesta quarta-feira viveremos mais uma noite única, e em especial os 55 mil gremistas que irão testemunhar a nossa quinta final de Libertadores. Precisamos ter a exata compreensão deste momento. Não vamos simplesmente ir ver o jogo do Grêmio. Não vamos assistir a uma partida comum. Não se trata disso.

Ducker

Nós seremos fundamentais nesta final. E para isso, precisamos ter a ciência de que não interessam nomes e preferências. O que importa é o Grêmio! Cada erro merece um aplauso de incentivo. Cada acerto uma manifestação de apoio. É o Grêmio decidindo a Libertadores. Somos nós contra eles. É o sonho de conquistar a América mais uma vez. A sinergia torcida-time fez com que chegássemos na final, e agora ela precisa ser mantida e ampliada nesta noite história a qual faremos parte. Nós seguiremos fazendo a diferença!!!

A conquista do tricampeonato depende do meu grito. Do teu apoio. Do nosso alento!!! Faça valer o teu ingresso. Pense nos queridos gremistas que de outro plano torcem por esse título. Torça pelos milhões de gremistas espalhados pelo mundo. Represente os que não conseguiram estar entre os 55 mil. Alente incessantemente!!!

Vamos viver este momento único fazendo o que de melhor sabemos: torcendo pelo Grêmio.

O incontestável Pedro Rocha

Eu peguei no pé do Pedro Rocha, mas não sistematicamente como alguns faziam. Ainda no time de Roger Machado, Pedro era fundamental para o funcionamento tático da equipe. Minha crítica era pontual: atacante tem que fazer gol.

O amadurecimento e os treinos trouxeram essa capacidade ao camisa 32. Pedro Rocha foi vital na conquista do pentacampeonato da Copa do Brasil e faz um 2017 excelente.

Pedro Rocha - ducker.com.br
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A venda – inevitável pela tentadora oferta e aliada à situação econômica gremista – nos tira um jogador que hoje é incontestável.

Pedro Rocha calou muitos e tenho certeza que deixará saudade para estes que o vaiaram. O futebol é assim, a vaia de ontem é o aplauso de amanhã. Assim como o contrário.

Obrigado, Pedro!

Só Grêmio e Corinthians disputam o Brasileirão?

Justas são as críticas que alertam que o Grêmio poderia estar mais perto do Corinthians, ou até mesmo a frente, se não houvesse escalado somente reservas – ou em algumas oportunidades nem isso – em algumas partidas do Brasileirão. Particularmente, acredito que um time misto seria mais prudente. Porém, não podemos voltar no tempo.

Com alguns tropeços da equipe paulista, o Grêmio (e não só ele) perdeu a chance de estar mais perto do líder. Este fato parece ter incomodado não somente a torcida gremista, mas boa parte da imprensa, em especial a do centro do país.

A decisão de Renato Portaluppi, embora de acordo com a direção do clube, de ter poupado titulares inúmeras vezes é alvo de crítica ferrenha e até raivosa por parte de alguns jornalistas. Neste ponto, acredito que a figura de Portaluppi também desperte este desejo de uma crítica voraz contra ele. Além de machucar nossos rivais de cidade, o Homem Gol deixou outras vítimas pelo Brasil afora.

Soma-se a isso o fato de que é muito mais cômodo criticar um clube sulista do que um do centro do país. Na mesma medida em que o Grêmio perdeu (pelo menos até este momento) chances de chegar mais perto do Corinthians, Santos, Palmeiras e Flamengo também pecaram. Destaco os elencos e o poder aquisitivo de Palmeiras e Flamengo, que deveriam ser tanto ou mais criticados que o Grêmio. E o Atlético-MG, apontado como um dos melhores elencos do país?

A campanha do Grêmio até aqui é de campeão, basta comparar com outros vencedores da era dos pontos corridos. O Corinthians é a grande exceção até o momento. A cobrança de que só o Grêmio pode deixar o Brasileirão mais competitivo ao se aproximar do líder, galgada nas boas atuações do time de Portaluppi, podem ser justas, porém, existem mais clubes que podem desbancar o time paulista e trazer mais competitividade ao Brasileirão. Que eles também mereçam críticas.

A ‘culpa’ não é só do Grêmio.