Neymar, 10 em simpatia

Alguns vão dizer que a atitude do jogador do Barcelona – seguida dos demais atletas da seleção – foi marqueteira.

Entretanto, em inúmeras oportunidades Neymar mostrou ter atenção com seus fãs.

Desta vez, o contemplado foi este menino sul-africano.

Ídolos se forjam com atitudes como esta.

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Quem pisa em Madrid é o Barça

Pepe, meio campo do Real Madrid e da Seleção Portuguesa, é sempre lembrado quando o assunto é volante que distribui porrada.

Mais uma vez o rapaz aprontou das suas.

Durante o jogo de ida das quartas de final da Copa do Rei, vencido pelo Barcelona por 2 a 1 (de virada), Pepe – ainda quando o jogo estava 1 a 1 – pisou na mão de Messi.

foto: elpais.com

O ato, além de desleal e covarde, reflete o desespero que o time de Mourinho demonstra quando se vê em uma iminente derrota para seu arquirrival.

Como ”vingança’, Messi deu uma passe espetacular para Abidal virar o jogo.

Enquanto um bate, outro é gênio.

Pepe, Mourinho, Cristiano Ronaldo e cia não sabem mais o que fazer.

Nem a violência para o Barça.

A raiva faz parte do futebol

Final de semana e, como de costume, fui jogar meu futebol. Estava irritado. A ressaca da noite anterior ainda estava forte e eu estava sem o mínimo tesão para jogar bola – fato raro, diga-se de passagem.

Resultado: joguei com raiva. Não que isso seja bom, mas às vezes um pouco desse sentimento faz a gente correr mais e até mesmo jogar mais do que se sabe. Joguei bem (ou mais do que jogo) até no gol, coisa que eu odeio fazer, não sei se foi a raiva ou o álcool que ainda corria em minhas veias, mas fato é que valeu ter ido, mesmo de má vontade, jogar a tal da pelada semanal.

Pegando de gancho o chocolate dado pelo espetacular Barcelona em cima do Santos, creio que faltou uma certa raiva ao time paulista. Talvez raiva não seja lá a palavra certa, na verdade faltou um pouco de humilde de saber que jogaria com o melhor time do planeta e a defesa seria a maior virtude para, num contrataque, vencer a partida, e também um pouco de pegada, para fazer tal marcação serrada em cima do time catalão.

Evidente que isso não garantiria a vitória do time santista, penso que o Barcelona ganharia de qualquer jeito, mas o fiasco certamente seria menor. A raiva faz parte do futebol – que como todos sabem é o esporte mais passional que existe. Essa coisa do politicamente correto, como fazer uma falta e logo em seguida ir pedir desculpas ao adversário, é um saco.

Não prego que o Santos tivesse dado um pau no Barcelona e partido para a ignorância, não é isso. Penso que em determinadas situações, ir à campo com um pouco de irritação é bom. Como por exemplo, provar para todo o mundo que o Barcelona não é imbatível.

Além do futebol, faltou raiva para o Santos.

O desafio de Maradona

Messi atravessa o melhor momento de sua carreira. Faltando pouco tempo para a Copa do Mundo, o argentino desponta, ao lado de Drogba e Rooney, como um dos destaques da competição.

Em 2006, Ronaldinho Gaúcho também estava no auge. Chegou à Copa como o grande jogador da Europa e tinha acabado de ser campeão do continente pelo Barcelona. Como todos sabem, em 2006 a farra e o pouco profissionalismo dos jogadores brasileiros, aliados à falta de seriedade da CBF, contribuiu para o fiasco da seleção de Parreira. Porém, o treinador não soube tirar o máximo do grupo, e muito menos de Ronaldinho. Agora, Maradona vive uma situação parecida.

Como fazer com que Messi repita na seleção as boas atuações que realiza no Barcelona? Esse é o grande desafio para Dieguito. Se ele conseguir isso, a Argentina será uma das favortias ao título. Caso contrário, acaba sendo só mais uma equipe na disputa. Forte como sempre, mas sem um poder de decisão.

* para tocoymevoy