CR200

Do Trivela:

O jogo contra o Valladolid não valia muito, mas não importa. Cristiano Ronaldo seguiu com a sua marca de fazer muitos gols desde que chegou ao Real Madrid, em 2009. Na vitória por 4 a 3 deste sábado, foram dois gols na conta, ambos de cabeça, o que só ampliou uma marca impressionante do português. Com os dois tentos, CR7 chegou a 200 gols em 196 jogos oficiais no clube.

Foto: AP

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Nos 200 gols pelo Real Madrid, 146 foram no Campeonato Espanhol, 16 na Copa do Rei, 35 na Liga dos Campeões e três na Supercopa da Espanha, nos 196 jogos disputados. Cristiano Ronaldo é o sexto maior artilheiro da história do clube, atrás de Raúl (323 gols em 741 jogos), Di Stéfano (307 gols em 392 jogos), Santillana (288 em 645), Puskas (237 em 262) e Hugo Sánchez (208 em 281). 

Incrível o número alcançado pelo português.

E tem gente que acha que ele só vive de marketing…

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Nos pênaltis, os melhores devem bater primeiro

Cristiano Ronaldo – um dos melhores jogadores do mundo – não participou da decisão por pênaltis na semifinal da Eurocopa frente a Espanha porque foi selecionado como último batedor português. Como a seleção espanhola venceu o confronto antes da quinta cobrança, CR7 ficou só na torcida.

Mas por que alguns treinadores insistem em colocar os melhores jogadores – ou os que têm a melhor média de acertos em cobranças de pênaltis – como os fechadores da série?

CR7 só na torcida (foto: Reuters)

Não seria mais lógico escalá-los de início para justamente ter a chance de ganhar a decisão?

Seria óbvio escalar os melhores para iniciar a disputa justamente para tentar ganhá-la mais rápido e, caso ela se arraste por mais algumas cobranças, dar moral aos demais batedores.

Talvez eles errem, mas a probabilidade é menor.

Ou você é daqueles que acha que pênalti só é decidido no fator emocional?

Quem pisa em Madrid é o Barça

Pepe, meio campo do Real Madrid e da Seleção Portuguesa, é sempre lembrado quando o assunto é volante que distribui porrada.

Mais uma vez o rapaz aprontou das suas.

Durante o jogo de ida das quartas de final da Copa do Rei, vencido pelo Barcelona por 2 a 1 (de virada), Pepe – ainda quando o jogo estava 1 a 1 – pisou na mão de Messi.

foto: elpais.com

O ato, além de desleal e covarde, reflete o desespero que o time de Mourinho demonstra quando se vê em uma iminente derrota para seu arquirrival.

Como ”vingança’, Messi deu uma passe espetacular para Abidal virar o jogo.

Enquanto um bate, outro é gênio.

Pepe, Mourinho, Cristiano Ronaldo e cia não sabem mais o que fazer.

Nem a violência para o Barça.